domingo, novembro 29, 2009

Existenciais

agora posso saber

E até ter a pretensão

De existir:

Eu falto a ela! E outra vez:

Falto! - a prova primeva

De que sou

(Mesmo que não mais, não mais

Que uma saudade, não mais

Que não mais,

A estrangular o peito

Bem mais que gentil, bem mais

Que bem mais,

Em que estou falto e sou farto e

Forte que nem uma falta).

.

Serei gênio jamais lido

(E acaso o fosse, não mais

Gênio, mas

O impostor dessa gélida

Melancolia insanguínea da

Frustração).

Núncio das patentes sem

Invenção alguma para

Dar-lhe um nome.

Aquele que se agora

Na esquina a ver a história

Que ali vai

Furando sinais ao largo

De sua presença curta.

.

Serei o que morre – mas não!

Serei um que morre, um mais

Que morre sob o epigrama

De papéis cartoriais.

.

(Mas falto – e já sou mais.)

5 comentários:

Anônimo disse...

Desculpe a intromissao, na verdade nao vou comentar o escrito, mas queria lhe perguntar se por acaso vc nao se recorda de Rafael Scolaro, seu amigo de infancia em Coronel Vivida, nos conhecemos dos 7 ate os 13 anos, entao minha familia foi embora para Curitiba! deixo para vc meu email, se quiser estabelecer contato! rafascolaro@hotmail.com.

Aline P. disse...

Desculpe a intromissão, mas é que

Cristiano Knapp disse...

Desculpe penetrar assim, mas é que

非凡 disse...

I'm appreciate your writing skill.Please keep on working hard.^^

Mateus Berteges disse...

Olá!
Parabéns pelo seu texto!
O blog está bem bacana!

Meu blog, assim como o seu, é um blog de textos.

No meu caso possuo diversos amigos autores para dar uma cara mais variada ao blog!

Caso se interesse, ficaria feliz com sua visita!

Segue o endereço:

www.berteges.com

Abraço e um ótimo 2010 de muita poesia! =)